O livro Dudu da Breka é o primeiro título infantil em tinta e braille, lançado pelo selo Fundação Dorina Nowill para Cegos. O livro apresenta letras ampliadas, texto em braille, imagens divertidas e também reproduzidas em relevo, possibilitando que crianças cegas, com baixa visão e as que enxergam possam ler o mesmo livro. Desta forma, podem compartilhar uma leitura interessante e prazerosa, com ilustrações acessíveis, importantes para a compreensão de pessoas com e sem deficiência visual.
O livro e conta as travessuras de um menino que não parava quieto nunca e que era diferente em muitas outras coisas, uma delas era a falta da visão, pois era cego desde o nascimento. A obra é inspirada na história real de Eduardo Bertini, que hoje faz parte de um grupo de pessoas que monta oficinas para ensinar o braille às pessoas que enxergam.
A autora do livro é Claudia Cotes, formada em Letras e Fonoaudiologia pela PUC de Campinas. É Doutora em Linguística pela PUC/SP e mestra em Fonoaudiologia. Especialista em voz pelo Centro de Estudos da Voz (CEV), assessora repórteres da EPTV (afiliada da Rede Globo/Campinas). Fundou a ONG Vez da Voz, que busca a inclusão de pessoas com deficiência. Criadora do primeiro telejornal inclusivo da internet brasileira, do projeto Rádio em Libras (CBN/SP) e finalista do o prêmio Empreendedor Social 2009 – Folha de S.Paulo e Fundação Schwab.
No site da ONG, há orientações para a aquisição do livro (R$25), cuja renda é totalmente revertida para a Fundação Dorina Nowill para Cegos.
Especialistas em educação inclusiva concordam que além de freqüentar o ensino regular, este tipo de atividade é o melhor caminho para que as crianças cegas desenvolvam relacionamento com crianças que enxergam, e que ambas aprendam a conviver com as diferenças e percebam que as dificuldades não são impossíveis de serem superadas.
Inclusão é tarefa de todos e, para todos!
Este blog é um espaço para trocas sobre tecnologias e acessibilidade. Sintam-se a vontade!
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domingo, 24 de outubro de 2010
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Livro Igualdade nas Diferenças recebe versão em braille
Em 22/09 foi publicado no site da UERGS - que o Livro, lançado recentemente pela mesma - Igualdade nas Diferenças: os significados do “ser diferente” e suas repercussões na sociedade, recebeu uma versão em braille. Através de uma parceria firmada entre a Uergs e a Biblioteca Pública do Estado, o livro que narra histórias de vida de portadores de necessidades especiais, ficará à disposição para consulta. Ao todo serão editados três cópias em braille, tendo cinco volumes cada exemplar. Uma cópia ficará à disposição na Biblioteca do Estado e as outras estarão disponíveis na Biblioteca Central da Uergs (Rua dos Andradas, 1223 – Porto Alegre).
É a acessibilidade se tornando realidade!
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domingo, 12 de julho de 2009
Musibraille - Software p/ Transcrição de Partituras em Braille
Conforme publicação no Correio do Povo de sexta-feira, 10/07/09, foi lançado o primeiro software em português para a transcrição de partituras em braille - o Musibraille - desenvolvido por professores do Núcleo de Comunicação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O sistema faz parte de um projeto da Universidade que busca capacitar profissionais de Educação Musical para trabalhar com músicos e estudantes cegos.
A responsável pelo projeto é a coordenadora do curso de Musicografia Braille da Escola de Música de Brasília, Dolores Tomé. Ela desenvolveu o Software ao longo de nove anos, em parceria com Antônio Borges e Moacyr R. Moreno.
Segundo a professora, qualquer pessoa pode usar o Musibraille. É necessário apenas digitar a partitura e o programa converte todo o conteúdo para a linguagem especial.
O software já pode ser baixado gratuitamente pelo endereço http://www.intervox.nce.ufrj.br/musibraille
O sistema faz parte de um projeto da Universidade que busca capacitar profissionais de Educação Musical para trabalhar com músicos e estudantes cegos.
A responsável pelo projeto é a coordenadora do curso de Musicografia Braille da Escola de Música de Brasília, Dolores Tomé. Ela desenvolveu o Software ao longo de nove anos, em parceria com Antônio Borges e Moacyr R. Moreno.
Segundo a professora, qualquer pessoa pode usar o Musibraille. É necessário apenas digitar a partitura e o programa converte todo o conteúdo para a linguagem especial.
O software já pode ser baixado gratuitamente pelo endereço http://www.intervox.nce.ufrj.br/musibraille
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